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REIKI USUI SHIKI RYOHO

OKUDEN

INTRODUÇÃO

No Okuden, o praticante de Reiki recebe uma nova sintonização com a Rei. Para além do reforço da ligação à Força Universal da Vida, o praticante fica sintonizado com a vibração de três dos quatro símbolos do Reiki; três poderosas ferramentas para expansão da consciência.

No Okuden (que significa segundos ensinamentos) o praticante de Reiki transcende as mãos tornando-se mais activo durante um tratamento. Graças às técnicas redescobertas recentemente no Japão, que remontam ao tempo de Mikao Usui, o Reikiano reforça neste nível o seu prazer em trabalhar com a energia Rei; um prazer que se acumula a cada sessão de tratamento.

Com esta sintonização, potencialmente, profundas transformações podem ocorrer a nível emocional, mental e consequentemente físico e espiritual; a energia dos símbolos do Okuden vai mostrar ao praticante de Reiki aspectos que necessita de trabalhar em si, para a sua cura e evolução como ser humano. Vai-lhe também acordar partes adormecidas dentro de si, fazendo-o lembrar cada vez mais, qual a sua verdadeira essência.

O caminho para a Satori torna-se cada vez mais transparente.

Para além de preconizar um aumento da capacidade de transmitir a Rei, um dos elementos principais deste nível é a cura à distância, ficando o iniciado com instrumentos que lhe permitem enviar Reiki no tempo e no espaço, respeitando sempre o lívre-arbítrio e o tempo de evolução do outro.

Este pequeno degrau chama-nos também a atenção para o facto de que devemos assumir inteira responsabilidade com o nosso despertar e o despertar da humanidade. Quando nos amamos e estamos aptos a oferecer esse amor aos outros, sem esperar uma troca e sem julgar se merecem ou não, mantemos a nossa consciência tranquila e saudável, vitalizada. Despertamos cada vez mais para o facto de que, ao nos curarmos, curamos o Todo.

Viver e experienciar o Reiki II, para além de tudo o que foi escrito, é pintar o mundo com novas cores, é ver as relações humanas de outra perspectiva, é ver a natureza como parte integrante de nós próprios, é continuar a lapidar cada vez mais, o nosso diamante interior.

É mais um passo no caminho de regresso ao nosso estado natural.


© Copyright, Sandra Ramos e Jorge A. Ramos