O NOSSO PERCURSO NO MUNDO DAS CONSTELAÇÕES

 

Em Agosto de 2001, aquando da vinda a Portugal do professor de Reiki, Frank Arjava Petter (que dirigiu um curso subordinado ao tema «Técnicas Japonesas de Reiki»), assistimos a uma palestra do mesmo (professor) sobre Constelações Familiares, que nos abriu portas para um mundo espantoso.

Ávidos de cura e iluminação, rapidamente procurámos a nossa primeira experiência como participantes num workshop de Constelações, que ocorreu em Setembro de 2001, em Sevilha, onde ficámos absolutamente impressionados com a abordagem terapêutica.

Depois, ficámos muito curiosos para conhecer o trabalho, ao vivo, do fundador das Constelações, o Sr. Bert Hellinger, e em Dezembro do mesmo ano, deslocámo-nos novamente a Espanha (desta feita a Toledo), para uma formação, onde ficámos ainda mais impressionados com este trabalho.

Iniciámos a divulgação desta terapia em Portugal em 2002. Em Março organizámos um workshop com Frank Arjava Petter e em Maio outro, com Rakasa Lucero. E foi também em Maio de 2002, novamente em Espanha (em Cáceres) que recebemos a nossa segunda formação de terapeutas de Constelações Familiares.

Em Julho de 2002, começámos a dar os nossos primeiros passos como terapeutas de Constelações Familiares. E durante cerca de um ano (até meados de 2003) organizámos grupos, onde os participantes sabiam que estávamos a consolidar a formação que tínhamos recebido e não se importavam de nos ajudar a testar a nossa capacidade de facilitar este trabalho. Os resultados foram muito animadores - e continuámos a caminhar.

Em Maio de 2003 recebemos uma formação mais aprofundada na Alemanha (em Penzberg), e a partir de Julho iniciámos um período de trabalho com parâmetros mais profissionais. Entre outras participações, em Maio de 2004, voltámos novamente à Alemanha, para uma formação ainda mais específica e intensiva, o que nos ajudou a sentirmo-nos «mais em casa» com as Constelações.

Em Fevereiro de 2005 introduzimos nesta terapia o conceito de Constelações Temáticas - uma nova forma de trabalhar sinergicamente com a abordagem terapêutica das Constelações Familiares. Contamos a partir de 2010 estarmos mais disponíveis para conseguirmos divulgar este conceito de uma forma mais clara, como contamos, que haja uma maior abertura dos Portugueses para entender e integrar este conceito sinérgico da terapia sistémica.

Ao longo de 2007 introduzimos neste trabalho, diversas variantes de colocação das Constelações, que deixam todos (terapeutas, colocadores, representantes e assistentes), muito mais à vontade com este trabalho, no que diz respeito à fidedignidade das sensações que cada um reporta sentir e consequentemente no desvelar das situações que limitam, bloqueiam ou causam doenças.

Como consequência lógica, o ano de 2007 marca ainda a extensão que atribuímos ao nome «Constelações Familiares» para «Constelações Familiares e Outras» como forma de abranger nesta abordagem sistémica todas as colocações possíveis, como por exemplo: facetas da «criança interior» ou do «sabotador interno», de órgãos ou outras partes do corpo, de países, de empresas, entre muitas outras possibilidades.

Ao longo dos anos de trabalho com esta terapia fomos dando conta da (e actuando em conformidade com a) intrassistémica inerente ao facto de se estar a trabalhar essencialmente com seres humanos, tendo criado uma teoria da personalidade, em 2008, com base no trabalho com as Constelações Familiares entre outras.

Graças aos muitos resultados positivos obtidos e à nossa própria forma de trabalhar com as Constelações, também em 2008 sentimos a suficiente consolidação dos nossos conhecimentos e experiências vivenciadas na primeira pessoa, para começarmos a ensinar esta metodologia iluminadora do Ser Humano - o que aconteceu a partir de Fevereiro de 2009.

Relativamente a nomes, temos como nossos Professores de Constelações Familiares (tendo com alguns deles, trabalhado também as nossas próprias constelações) por ordem alfabética:

Note que foi destas pessoas que recebemos formação. Relativamente a workshops, para colocarmos as nossas constelações e para assistirmos (às colocações de outros), participámos, e continuamos a participar, em muitos outros.

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