INTRODUÇÃO ÀS CONSTELAÇÕES FAMILIARES E OUTRAS

 

Todos herdamos e interiorizamos «imagens» com origem familiar, assim como, com origem social, cultural e histórica. Estas «imagens», estejamos conscientes da sua presença ou não, manifestam-se no nosso dia-a-dia das mais variadas formas: algumas, ajudam a orientar as nossas vidas para caminhos de felicidade, outras, para caminhos de sofrimento, sendo sobre estas últimas («imagens», e respectiva energia que criam, dentro e em torno de nós), que esta terapia preconiza actuar, elucidar e libertar.

 

Também, entre muitos outros possíveis temas de trabalho, através de uma abordagem fenomenológica, as Constelações procuram entender onde ocorreram quebras nos fluxos do Amor, seja na relação com o corpo, com a «criança interior», com membros da família, com países, grupos étnicos ou mesmo com (aquilo que para cada indivíduo representa ser) o Divino.

Através da revelação de novos ângulos de visão sobre a vida, do restabelecimento dos fluxos do Amor e da elucidação e libertação de «imagens» interiores orientadas para o sofrimento, as Constelações podem ser um precioso complemento à medicina convencionalmente instituída.

Pode-se beneficiar dos workshops de Constelações de três formas distintas: trabalhando directamente a própria constelação, indirectamente servindo de representante nas diversas constelações que são efectuadas ou observando as colocações das outras pessoas. Este trabalho pode ainda chegar até si através de quatro vias distintas, que pode consultar aqui.

Para concluir esta introdução, observe-se o que Gabriele Ten Hövel, jornalista Alemã, escreve no seu livro (onde faz uma longa entrevista a Bert Hellinger) «Constelações Familiares – O Reconhecimento das Ordens do Amor»:

"O trabalho terapêutico de Bert Hellinger deixou-me absolutamente fascinada. Observei-o durante três dias, enquanto trabalhava com doentes, diante de um auditório de 400 pessoas. No início parecia uma peça de teatro: excitante, tocante e como se fosse tirada da vida real. Entretanto, os espectadores, em princípio neutros, transformaram-se gradualmente e sem se aperceberem, em participantes de um drama que se chama «família». Subitamente a história de cada um deles, acontecimentos que pareciam até então irrelevantes, adquirem importância: «É verdade, tenho uma meia-irmã!». Inesperadamente as lágrimas rolam pelas faces porque alguém se curva perante a mãe. Sabe Deus porquê... «Afinal de contas, estava só a assistir»".

Copyright